Dia 2 de Janeiro lá fomos, eu e o Joaquim, a caminho do Algarve mais concretamente a Albufeira para mais uma faina com o Amigo José Luís Costa e o sócio, Jacinto diga-se de passagem que também bom amigo e divertido, chegamos nós á marina e lá encontramos os nosso dois companheiros cumprimentos e larguras, e lá desamarramos o barco e navegamos em direcção á primeira poitada. Logo que chegados ao primeiro ponto sondamos e havia movimento lá em baixo, não muito mas daria para experimentar. Lançamos as iscas para baixo e comiam as iscadas mas não com muita rapidez hummmmmmmmm, lá lançamos mais umas quantas vezes as iscas e nada de peixe, decidimos por unanimidade fazer nova poitada.
Chegados ao local, na sonda acusava muito, mas muito movimento lá em baixo, lançadas as iscas para baixo começou a azafama pois os besugos estavam-nos a brindar, mas como eu e o meu amigo Joaquim procurava-mos coisa melhor decidimos colocar uns anzóis de respeito e iscadas grandes, mesmo com anzóis de respeito os ditos besugos lá vinham na mesma, não com a mesma frequência mas lá se prendiam na mesma,
Texto: Nelson Duarte
quando a dada altura pelo meio da manhã sinto um toque conhecido e disse cá para mim… elá… este bicho bate mais... lá disse para o Zé!!! <<traz ai o ganha-pão pá>>, e na verdade era um vermelhinho com um quilo e pouco, não demorou muito o meu amigo Joaquim ferra outro mas a dar mais luta, o que se veio a revelar quando o coloquei dentro do ganha-pão, dois quilos e pouco, a coisa prometia e não levou muito tempo entra mais um na cana do Joaquim que outra vez com o cantar do carreto e o ganha-pão dentro de água o mete a bordo, mais um com um quilo e muito de pargo, continuamos e continuaram a sair besugos até a dada altura começa outra vez o Joaquim com o cantar característico do seu carreto, digo-lhe eu... <<mais um “jaquinito…”>> e mais uma vez um vermelhinho, o Homem estava babado de contentamento, entretanto fomos almoçar um belo repasto, de regresso às lides não mais saiu outro, só besugos com um pequeno safio pelo meio, zarpamos e demos como finda a nossa pescaria, lá regressámos para o nosso Alentejo com mais um dia daqueles que ficam na memória, na companhia dos amigos José Luís Costa e Jacinto.